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“Conhecendo a Deus (1)”

Deus é um Ser indefinível. Se Ele fosse definível, não seria Deus, pois o homem, finito e pecador, seria igual a Ele. Todavia, ser indefinível não significa que não podemos conhecê-Lo, pois Ele se revela a nós pela criação e pelas Sagradas Escrituras. “Pois o que se pode de Deus conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis” (Rm 1.19-20).

As Escrituras Sagradas ensinam que “Há um só Deus vivo e verdadeiro, o qual é infinito em seu ser e perfeições. Ele é um espírito puríssimo, invisível, sem corpo, membros ou paixões; é imutável, imenso, eterno, incompreensível, onipotente, onisciente, santificação, completamente livre e absoluto, fazendo tudo segundo o conselho da sua própria vontade, que é reta e imutável, e para sua própria glória. É cheio de amor, é gracioso, misericordioso, longânimo, muito bondoso e verdadeiro galardoador dos que o buscam, e, contudo, justíssimo e terrível em seus juízos, pois odeia todo pecado; de modo algum terá por inocente o culpado”.

Podemos conhecer a Deus, mas não por intuição ou dedução e, sim, pelos Seus atributos, pelos quais Ele se revela a nós, por meio da Sua Palavra. E conhecer a Deus é tanto um dever quanto um privilégio. É dever, pois Ele quer ser conhecido; é um privilégio, pois, conhecendo-O, certamente O adoraremos de todo o coração e de todo entendimento.

Deus é glorificado quando o homem busca conhecê-Lo. “Mas quem se gloriar, glorie-se nisto: em compreender-me e conhecer-me, pois eu sou o Senhor e ajo com lealdade, com justiça e com retidão sobre a terra, pois é dessas coisas que me agrado, declara o Senhor” (Jr 9.24).

Talvez o fato de Deus não ser conhecido como Ele quer ser conhecido tem sido um dos fatores que tem enfraquecido a Igreja. Há muitos que professam conhecer a Deus, mas, na verdade, pouco O conhecem, há muitos que dizem que O adoram, mas, na verdade, não O adoram em espírito e em verdade (Jo 4.24).

“Ó profundidade da riqueza da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos e inescrutáveis os seus caminhos”. “Pois dele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre! Amém” (Rm 11.33, 36).

Que o Senhor Jesus conceda um ótimo dia a você e toda a sua família.

Rev. José Paulo Brocco