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“Como orar?”

“Ouve, SENHOR, a causa justa, atende ao meu clamor, dá ouvidos à minha oração, que procede de lábios não fraudulentos” (Salmo 17.1)

Outro dia eu li, em uma rede social, o pedido de uma pessoa para que cada um clamasse ao seu deus para que o problema dela, de uma forma ou de outra, fosse resolvido. Este pedido revela um desejo típico do ser humano: não importa quem e nem como o fará, o importante é que o seu desejo seja atendido.

O texto de hoje nos ensina que, em primeiro lugar, nossas súplicas devem ser dirigidas ao SENHOR Deus, criador do céu e da terra, o único Deus vivo e verdadeiro.
Na sequência, nos diz que a causa deve ser justa; Deus não age em meio ao erro ou à fraude. Nossa oração não pode conter o desejo egoísta de que aquilo que queremos seja concedido mesmo que não seja justo, ou que os meios usados não sejam justos. É preciso confiar que Deus sabe o que faz e que Seus caminhos são sempre retos.

Por fim o salmista diz que sua oração não vem de lábios fraudulentos, que quer dizer que ela é sincera e revela desejos sinceros. Não se pode enganar a Deus; não adianta tentar fazer de conta que seu pedido e motivação são justos quando, na verdade, não o são, pois Deus conhece o coração.

É um grande privilégio poder colocar nossas ansiedades diante de Deus em oração, mas é preciso fazê-lo de forma sincera e íntegra.

Que o Senhor Jesus conceda um ótimo dia a você e toda a sua família.

Welerson Alves Duarte (Presidente Geral da IPCB e Pastor na IPC de São Bernardo do Campo – SP)